"Isso aqui não é casa de prostituição. Isso aqui é casa de filha da putice. Você paga para entrar e implora para sair"
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Sou Sombra
E revelo aquilo que a luz não penetra
Acompanho as existências desde o principio
E com elas vou até o finito
Sou a sombra e estarei sempre em teu percalço
Te espreitando dia e noite através de teus receios
E quando te dizem: “isso é natural”
Então sou eu que te belisco em dúvidas
E no escuro da noite te preencho com o medo
daquilo tudo que tu fugiu e te iludiu no dia
Sou o frio beijo que arrepia a espinha de tua existência
Um emaranhado de questões quando tu acha que pensa
Em teu sono profundo
Lá nos cantos recônditos de tua alma
sou eu que dirijo o filme dos teus sonhos e pesadelos
e quanto mais tu resiste a minha direção
mais te coloco em inesperadas situações
Enquanto não olhas para mim
te encho de malignas surpresas
E a única coisa que quero
é o teu olhar carinhoso dentro dos meus olhos
eu sou tudo aquilo que tu rejeitas
sou o ódio, a melancolia, a loucura
sou o ciúmes, a dúvida, o desespero...
e enquanto não me olhares
estarei te mordendo e te aterrorizando dia e noite
te fazendo fantoche inconsciente dos meus desejos
Sob a carapuça da tua pretensa bondade
faço eu em tua mente um salão de festas
E na hipocrisia dos seres de bem
realizo meus sombrios caprichos
E assim levamos nossas vidas
Vocês temerosos de mim
e eu realizada através de vossos medos
Sou Sombra, Heresia, Perversão
E faço de tua alma o meu Castelo
quinta-feira, 21 de março de 2013
-
Sob o discurso
taciturno dos ex-amantes
Um ruído
crescente mordisca meu coração magoado
São teus passos
decisivos vindos ao meu lado
Diante de tua
intensa Vontade
Embaracei-me em
sufocados murmúrios
Declarando em
meus sonhos profundos
Um novo
território de afetos realizados
Abraçou meu
delicado desejo
Envolvendo-me no
tecido quente de tua pele
Mergulhou-me no
oceano negro do teu olhar
E agora presa
pela tua vontade que me toca
Contorço-me em
invasivos prazeres
Já não há mais
eu, já não há mais você
Unidos nessa
única pele, nesse único afeto
Somos uma alma
que se transfigura
Hades, és para
mim Amor e Morte
E nesse encontro
de prazer e dor
Nos assassinamos,
gestando nesse sangue que derrama
terça-feira, 12 de março de 2013
A inexistência grita em mim desesperados ecos surdos
E com malicia enrosca violentamente meus afetos no intenso vazio
E com sua lamina de vácuo amputa minhas formas
abre um rombo em meu peito
Engolindo a concretude de meus ocos ideais
E sob essa carcaça que pouco reage
Ainda cospe o nada em minha alma
Vá amaldiçoada inexistência!
Mas leve-me contigo
Desmanchou meu território
Destruiu minhas fronteiras
Existo sem forma: inexistência de mim!
Existência no todo, ou seja, o Nada!
segunda-feira, 4 de março de 2013
Janitor of lunacy
Paralyze my infancy
Petrify the empty cradle
Bring hope to them and me
Janitor of tyranny
Testify my vanity
Mortalize my memory
Deceive the Devil's deed
Tolerate my jealousy
Recognize the desperate need
Janitor of lunacy
Identify my destiny
Revive the living dream
Forgive their begging scream
Seal the giving of their seed
Disease the breathing grief
Da vigorosa aniquilação que abatia minha pobre alma, eis que surge A Sombra... Herética! E dessa pretensa miserável morada, se edifica em segundos um Castelo de Perversões construído sobre a bela noticia de que, afinal, nada é eterno! Se ontem te escondias atrás de um falso perfil amoroso, hoje passa teus instantes na solitude entregue aos olhos afiados dessa Sombra Herege que se contorce, a longo tempo, de ganas por ti! Minha fome voltou e quero te devorar! Quanto mais foges, mais me atiça! Eu estou Stalking e sinto fome, te caço me satisfaço!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Agora
sob o silêncio de meu pensamento
Olho
para longe dentro de mim
Na
vastidão dessa deserta alma
Caminho
ao lado da melancolia
Fiel
companheira de meu silêncio
Amarga
existência em mim
Melancolia
que carinhosamente me abraça
Permitindo
meus olhos de lágrimas
Da
vida o mel se faz momentos
Deliciosos mas enjoativos
Negar o
resto é negar a própria vida
Entrego-me nos braços da
melancolia
Nela
existo, nela faço-me vida
Amarga são suas curas
Me cicatrizo!
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Looping
Eu te queria
Você me queria
Cada um querendo o seu próprio querer
Você não me via
Eu não te via
Olhávamos um para o outro
Buscando o nosso próprio ver
Você me dizia
Eu não entendia
Eu respondia sem tu me entender
E assim seguimos
Juntos, lado-a-lado
Completamente distantes
Eu de ti, tu de mim
O "nós" era para cada um, a projeção de si no Outro
Tu e eu, eu e tu
Como reflexos infinitos
de dois espelhos frente a frente
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Nessa noite invadiste meus sonhos através de inimigos,
porém com uma jogada, deliciosamente matei a todos!
E na distração de minha comemoração, retornam os cadáveres
Putrefatos a encurralar minha existência em estúpidas armadilhas
Medíocre guerra que me cansa
Deixo para vós esse resto de mundo
Corro saltando cercas, grades e paredes
transmutando minha alma em infinitas existências
Recriando a cada instante meu nomadismo
sempre em direção ao portal entre-novos-mundos
Deixo para vós este decomposto mundo
Fiquem, fixem, cravem, encravem suas bandeiras
nessa terra rouca que grita secura
nesse lago que geme o doloroso sangue de suas mortas existências
Vocês são a geração da repetição, da flácida volição
E no limite entre o parvo mundo e o portal que me leva àquilo que vocês jamais conhecerão, deixo de despedida meu olhar sereno e um abraço carinhoso e Libertário. Boa Noite!
porém com uma jogada, deliciosamente matei a todos!
E na distração de minha comemoração, retornam os cadáveres
Putrefatos a encurralar minha existência em estúpidas armadilhas
Medíocre guerra que me cansa
Deixo para vós esse resto de mundo
Corro saltando cercas, grades e paredes
transmutando minha alma em infinitas existências
Recriando a cada instante meu nomadismo
sempre em direção ao portal entre-novos-mundos
Deixo para vós este decomposto mundo
Fiquem, fixem, cravem, encravem suas bandeiras
nessa terra rouca que grita secura
nesse lago que geme o doloroso sangue de suas mortas existências
Vocês são a geração da repetição, da flácida volição
E no limite entre o parvo mundo e o portal que me leva àquilo que vocês jamais conhecerão, deixo de despedida meu olhar sereno e um abraço carinhoso e Libertário. Boa Noite!
domingo, 25 de novembro de 2012
----------------
Debruçada sobre tua filosofia
Emaranho-me na lógica de teus pensamentos
E em cada palavra escrita, encontro tua vontade planejada
E assim vou te possuindo,
Ai onde tua alma pulsa pretensamente intocada
Recuo, espiando sobre teus ombros imaginários
aquilo que escreves, vivamente concentrado
Deslizo minhas mãos sobre teus cabelos
Afagando com amor esse mestre que admiro
E brandamente escorrego minha pele sobre teu braço firme que escreve
Sentindo a tensão e intenção nas tuas frases desenhadas
E já que não me beijas
Beijo eu as tuas palavras
E nelas degusto o sabor de tua racionalidade
Experimentando o teu olhar que mira o mundo
Ah querido Mestre
Podes até fugir fisicamente de mim
Mas te encontro e te possuo
nos textos de tua filosofia
Deito-me e rolo com você em minha cama
E sob folhas de papel, atormentadas por tuas frases
Coabito o mundo de tuas idéias
Ai onde se constrói, o sentido de tua filosofia
Que é o teu corpo vivido e significado no encontro com outros corpos
Que agora também são meus, alcançados pela ponte de tuas palavras
Cerco-te em impressões
E devoro-te em leituras
Te fazendo gemer em amassos e dobraduras
Questiono, discordo e discuto contigo em rabiscos
marcados nos cantos de teus pensamentos formatados
E no desenrolar de nosso silencioso diálogo
Vou te significando sem teu consentimento
És para mim duração, convidado especial do meu Agora
Marca intransponível em minha cognição
Alvorecer de meus afetos
E juntos, confluídos por textos e leituras
E sem teu consciente querer
Tecemos juntos uma simbiose
Já não podes me evitar
Uso-te deliciosamente em citações
Costurando-te a minha vida acadêmica
Não podes mais fugir
Te signifiquei em minha vida
Emaranho-me na lógica de teus pensamentos
E em cada palavra escrita, encontro tua vontade planejada
E assim vou te possuindo,
Ai onde tua alma pulsa pretensamente intocada
Recuo, espiando sobre teus ombros imaginários
aquilo que escreves, vivamente concentrado
Deslizo minhas mãos sobre teus cabelos
Afagando com amor esse mestre que admiro
E brandamente escorrego minha pele sobre teu braço firme que escreve
Sentindo a tensão e intenção nas tuas frases desenhadas
E já que não me beijas
Beijo eu as tuas palavras
E nelas degusto o sabor de tua racionalidade
Experimentando o teu olhar que mira o mundo
Ah querido Mestre
Podes até fugir fisicamente de mim
Mas te encontro e te possuo
nos textos de tua filosofia
Deito-me e rolo com você em minha cama
E sob folhas de papel, atormentadas por tuas frases
Coabito o mundo de tuas idéias
Ai onde se constrói, o sentido de tua filosofia
Que é o teu corpo vivido e significado no encontro com outros corpos
Que agora também são meus, alcançados pela ponte de tuas palavras
Cerco-te em impressões
E devoro-te em leituras
Te fazendo gemer em amassos e dobraduras
Questiono, discordo e discuto contigo em rabiscos
marcados nos cantos de teus pensamentos formatados
E no desenrolar de nosso silencioso diálogo
Vou te significando sem teu consentimento
És para mim duração, convidado especial do meu Agora
Marca intransponível em minha cognição
Alvorecer de meus afetos
E juntos, confluídos por textos e leituras
E sem teu consciente querer
Tecemos juntos uma simbiose
Já não podes me evitar
Uso-te deliciosamente em citações
Costurando-te a minha vida acadêmica
Não podes mais fugir
Te signifiquei em minha vida
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Portal da Redenção
Doem-me os sonhos que já
não posso mais sonhar
E com profundo pesar
enterro diariamente esses filhos natimortos de minha alma
Voltando mecanicamente
para a triste rotina que arranha desesperada esse corpo já tão vazio
A vida é um caminhar para
a profunda decepção
E sob o peso desse obscuro
sentimento, atravesso em pensamento o portal do suicídio
Mergulhado nesse vácuo
existencial e quando já nada mais posso nele
Meus olhos reabrem-se
encontrando na vida aquilo que ela tem de primordial: a simplicidade sem
pretensão
Ressuscito estéril
Transando sensibilidades
sem gestação
Gozo sem frutos, sem peso,
sem objetivos
Apenas e humilde gozo!
terça-feira, 2 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Stalking II – Da Caça
Cada Não
Uma
excitação
Cada silêncio
Uma fantasia
arremessada
Para cada
recuo
O gozo do
avanço em tua direção
E quanto
mais foges
Mais atiça
as minhas vontades
Você é minha
caça
E quando te
escondes
Incita minha
curiosidade
Ela busca o
mistério de tua existência
E no ato do teu
esconder
Descubro o
prazer de te encontrar
Farejo teus
rastros
Desvelando o
teu abrigo
Pequena vida
burguesa recalcada
Vou te
cerceando sem o teu querer
Sei cada
passo teu
Cada ritmo,
cada vontade, cada número
Sei até
aquilo que tu não podes saber
Delicioso
controle de tua vida oculta
Estás
encurralado
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Keine Macht
Du bist wie ein Vulkan,
denn Deine Worte brennen tief in mir!
Alles was Du sagst, macht keinen Sinn!
Was willst Du noch von mir?
Stoß den Dolch noch tiefer in mein Fleisch,
Du genießt es, wenn ich leiden muss!
Du bist nur eine Schlampe und
es macht mir nix aus, dass Du verrecken wirst!
eins, zwei, drei, vier bin endlich weg von Dir,
fünf, sechs, sieben, acht Du hast jetzt keine Macht mehr
über mich
Verpiss Dich!
eins, zwei, drei, vier bin endlich weg von Dir,
fünf, sechs, sieben, acht Du hast jetzt keine Macht mehr
über mich
Verpiss Dich!
Nun stehst Du hier vor mir und
Deine Augen lügen mich nur an!
Du hast mein Herz verbrannt,
nur Asche bleibt,
was habe ich Dir getan?
Ich werde mich befreien,
Du kannst mich nicht zerstören!
Auch wenn Du jetzt noch glaubst,
dass wir zusammen gehören!
eins, zwei, drei, vier bin endlich weg von Dir,
fünf, sechs, siebin, acht Du hast jetzt keine Macht mehr
über mich
Verpiss Dich!
eins, zwei, drei, vier bin endlich weg von Dir,
fünf, sechs, sieben, acht Du hast jetzt keine Macht mehr
über mich!
Nie wieder wirst Du mich verführen!
Nie wieder würd' ich Dich berühren!
Es tut jetzt nicht mehr weh,
wenn ich Dich in meinen Träumen sehe!
Nie wieder wirst Du mich verführen!
Nie wieder werde ich Dich berühren!
Doch ein kleiner Teil von Dir,
bleibt für immer tief in mir!
eins, zwei, drei, vier bin endlich weg von Dir,
fünf, sechs, siebin, acht Du hast jetzt keine Macht mehr
über mich
Verpiss Dich!
eins, zwei, drei, vier bin endlich weg von Dir,
fünf, sechs, sieben, acht Du hast jetzt keine Macht mehr
über mich
Verpiss Dich!
Stalking I – Da fome
Transito
por um território existencial terrível
Em que
uma fome avassaladora me tira a (c)alma
Já não
produzo mais
Tampouco
me percebo alguém
Apenas
sinto, sinto, sinto e sinto repetidamente essa fome que me devora
Mastiga
vorazmente o meu tempo
Engole
velozmente minha alma
Sou vazio
existencial que só se preenche através do olhar de Outrem
Olhar que
me constrói, me cria, me devolve o eu
Preciso
do olhar-mestre que oriente meu desejo
Pois meu único
desejo agora, só é desse olhar
Vivo
dependente daquilo que jamais me satisfaz
Estou
definitivamente infeliz
Depositei
no teu olhar a minha existência
E você
não me vê
Fome que
me come, me consome, me some
Suspende-me
do meu existir
Obsessivo-Amor-Não-Correspondido
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Amour
Die Liebe ist ein wildes Tier
Sie atmet dich, sie sucht nach dir
Nistet auf gebrochenem Herz
Und geht auf Jagd bei Kuss und Kerzen
Saugt sich fest an deinen Lippen
Gräbt sich dinge durch die Rippen
Lässt sich fallen, weiss wie Schnee
Erst wird es Heiss, dann Kalt, am Ende tut es weh
Amour Amour
Alle wollen nur
Dich zähmen
Amour Amour
Am Ende
Gefangen zwischen deinen Zähnen
Die Liebe ist ein wildes Tier
Sie beißt und kratzt und tritt nach mir
Hält mich mit tausend Armen fest
Zerrt mich in ihr Liebesnest
Frisst mich auf mit Haut und Haaren
Und wirbt mich wieder aus nach Tag und Jahr
Lässt sich fallen, weich wie Schnee
Erst wird es Heiss, dann Kalt, am Ende tut es weh
Amour Amour
Alle wollen nur
Dich zähmen
Amour Amour
Am Ende
Gefangen zwischen deinen Zähnen
Amour Amour
Alle wollen nur
Dich zähmen
Amour Amour
Am Ende
Gefangen zwischen deinen Zähnen
Die Liebe ist ein wildes Tier
Sie atmet dich, sie sucht nach dir
Nistet auf gebrochenem Herz
Und geht auf Jagd bei Kuss und Kerzen
Frisst mich auf mit Haut und Haaren
Und wirbt mich wieder aus nach Tag und Jahr
Lässt sich fallen, weiss wie Schnee
Erst wird es Heiss, dann Kalt, am Ende tut es weh
Amour Amour
Alle wollen nur
Dich zähmen
Amour Amour
Am Ende
Gefangen zwischen deinen Zähnen
Die Liebe ist ein wildes Tier
In die Falle gehst du ihr
In die Augen starrt sie dir
Verzaubert wenn ihr Blick dich trifft
Die Liebe
Die Liebe ist ein wildes Tier
In die Falle gehst du ihr
In die Augen starrt sie dir
Verzaubert wenn ihr Blick dich trifft
Bitte Bitte, geb' mir Gift
Bitte Bitte, geb' mir Gift
Bitte Bitte, geb' mir Gift
Bitte Bitte, geb' mir Gift
Oh querido Mestre!
Foi com certo
receio que abri aquela porta
Será que
estarei adentrando ao meu objetivo destino?
Escondi-me
num recanto passível de ser esquecido
Porém você
não esqueceu, indagou, provocou e fixou teus olhos nos meus
Finos e
agudos diamantes arranhando a proteção de minha alma
Adentrando
nos lugares mais sensíveis de minha intensa existência
E mesmo
buscando meu idealismo existencial
Mergulhei, através
de ti, no amor platônico
Frases
dançavam de teus lábios chegando a mim num ritmo intenso que me envolvia
É um bom
condutor nas danças silábicas
E me deixa
entregue sob os braços de teus argumentos
Ah! Deleito-me em tua voz que me
balança toda
Até mesmo lá onde os sonhos repousam
suas vivências
E na empolgação de teus discursos
delirantes
Alucino minha alma com arrepios
dilacerantes
Meus olhos
deslizam junto a teus movimentos
Inalando
cada aroma exalado de teus estremecimentos
Beijo tuas
palavras quentes recém acariciadas pelos teus deliciosos lábios
Desejo-te e
te possuo através do meu olhar que te percorre em todas tuas
curvas,
E mesmo sem
te tocar, sinto a textura de tua pele e te beijo em pensamentos.
Acaricio teu
rosto e desabotoou tua camisa para aconchegar-me em teu peito viril.
Ah o
Idealismo! Ele também é Existência!
Você fala em
Fenomenologia como o exercício do risco.
Mas e você?
Você se
arrisca?
Ou te
esconde atrás de livros e palavras, passando noites em claro mergulhado em
frias letras?
Ah eu te
quero e não temo o risco do meu querer, não temo tampouco
os tediosos pudores e moralismo que isso possa despertar.
Minha vida
está no agora, e agora sinto esse avassalador desejo, minha vida é aqui!
Mesmo que esta
existência seja a pura ilusão, ainda assim, não a nego e vivo-a com todo meu
sangue latejante, o mesmo que ferve ao pensar em ti. E ultimamente ele só tem
fervido.
Uso minha
personas representando aquilo que esperam de mim
Porém por
dentro meu mundo é explosão de afetos e ousadas vivências
E enquanto
lá fora tudo está estagnado na mesmice
Aqui por
dentro eu subverto a ordem
E te levo
junto comigo a outros tempos e mundos
Você e eu
percorrendo em ato aquilo que teu discurso te limita
Amo teu
discurso
Mas amo
ainda mais a tua pele, teus lábios, teus gestos e olhos sagazes
Que são
potencias amorosas
E sob o peso
de minha contradição verborrágica, digo novamente: Te quero!
E mesmo que
isso não se realize em ato físico
Agora já não
se iludirás mais a respeito de meu olhar “a-luna”
Meu olhar antiético
são garras a te possuir e a te beijar sem teu consentimento
E isso só já
me satisfaz, porque sou a Velha Sombra Herege em meu castelo de perversões!
E agora você
é meu prisioneiro, consciente prisioneiro
e em todas
as aulas você me servirá através das
representações em teu magnifico palco discursivo
Enquanto
aqui estarei eu, em silencio, a lambuzar-me de teu corpo e alma!
Desejo-te!
sábado, 1 de setembro de 2012
Serpent Rise- Kharma
Listen my voice at the night winds
touching your face where the lord spit his madness
remember the glory days at the gardens of your castle
where the kings quiet at your feets...where kings
quiet at your feets.
remember your indiference that killed my soul,
remember there´s the returns law made by him to
punished cruel acts of heartless people
feel the touch of the divine hands making your body
chill and forever sleep on a carpet of sweet flowers.
Drink the biter wine of death at the sacred chalice of
sin and crawl at the black forest, home of impure
soul, looking for me remembering the glory days at the
gardens of your castle and kiss my mouth passionately
redeming all your sins
touching your face where the lord spit his madness
remember the glory days at the gardens of your castle
where the kings quiet at your feets...where kings
quiet at your feets.
remember your indiference that killed my soul,
remember there´s the returns law made by him to
punished cruel acts of heartless people
feel the touch of the divine hands making your body
chill and forever sleep on a carpet of sweet flowers.
Drink the biter wine of death at the sacred chalice of
sin and crawl at the black forest, home of impure
soul, looking for me remembering the glory days at the
gardens of your castle and kiss my mouth passionately
redeming all your sins
Venham todos
dilacerar um pouco mais dessa minha perniciosa carne
Que revive a
cada mordida e estupro
Venham
alimentar-se do que é pura ressurreição
Sou potencia,
e darei a vocês um mundo de sangue
Que oxigena
e coagula suas pretensas vidas
Venham, pois
amarei-vos com todo meu potencial
Queimando-os
com o ácido de meus lábios ardentes
Venham
suicidar-se em meu útero
Derramando
nele o seu gozo de morte
Sou a
necrofilia existencial
E com ela
gerarei o aborto: Sucessor de teu destino
Delicio-me
em sua vontade frustrada
Sou a sombra
em teu percalço
Corre...corre
...
para eu
sempre te alcançar
E só na
escuridão não te perseguirei mais,
Mas estarei
em ti, Sobre ti, Dentro de ti
Devorando tua
alma
Venha !ou Fuja!
Sou Sombra,
Heresia e Perversão
E se vires, depositarei
em teus lábios trêmulos
O beijo
herético que desvia o rumo de tua vida
Em prol da
minha
Dôo meu
sangue oxigenando e coagulando sua vida
Acanhada
vida
Coagulada
Coagulação Devorada
Destinado aos deliciosos Espectros que alimentam minha alma fazendo
dela um reino de Heresias
Assinar:
Postagens (Atom)




